Press release • Alexander Mogilevsky



26 Junho • 17h00
Parque de Monserrate

Na sua 40ª edição a realizar em 2005, o Festival de Sintra honra-se de enriquecer a sua programação de Música com uma série de recitais de piano interpretados por artistas directamente sugeridos por Martha Argerich, actualmente uma das maiores pianistas do Mundo.
Tendo sido vencedora de uma série de prémios e concursos internacionais, entre os quais o Concurso Internacional Chopin em Varsóvia, em 1965, Martha Argerich desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras internacionais, quer como concertista quer no domínio da música de câmara. Actualmente conta-se entre os artistas que mais completa discografia realizaram junto de editoras de grande prestígio, como seja a Deutsche Grammophon.
Constitui assim um privilégio para o Festival de Sintra acolher alguns dos pianistas que directamente colaboram com Martha Argerich, apresentando-se em conjunto com ela nos mais afamados festivais e palcos europeus, destacando-se em particular a consagração destes artistas na série «Proggetto Martha Argerich» do Festival de Lugano, na Suíça. A presente iniciativa constitui assim um valioso intercâmbio entre o Festival de Lugano e o Festival de Sintra.
A «Carta Branca a Martha Argerich» marca, deste modo, o início de uma profícua e inestimável colaboração entre o Festival de Sintra e uma pianista de alta craveira mundial como Martha Argerich.

Biografia de Alexander Mogilevsky

Alexander Mogilevsky nasceu em 1977 em Odessa, na Ucrânia, e cresceu em Moscovo, Rússia, no seio de uma família de músicos. Sob a orientação do Professor Yevgeni Timakin, foi vencedor do I Concurso Internacional Tchaikovsky para Jovens Pianistas, em 1992, em Moscovo. Em 1994 iniciou os seus estudos no Conservatório Estatal Tchaikovsky de Moscovo, com o Professor Lev Naumov, tendo-se diplomado em 1999.

Em 1993 Alexander Mogilevsky apresentou-se no Concerto do Ano Novo em Moscovo, sob a direcção de Vladimir Spivakov, em colaboração com os Virtuosos de Moscovo. Seguiu-se a sua estreia como solista em Frankfurt-am-Main, onde actuou na «Alte Oper». Em 1993 actuou em Tel Aviv com a Orquestra Filarmónica de Israel, dirigida por Donald Runnicles, interpretando o Concerto para Piano nº 1 de Prokofiev. No mesmo ano realizou uma digressão de recitais no Japão, e estreou-se em recital no Wigmore Hall de Londres. Em 1994 actuou no Tonhalle de Zurique com um recital de Piano e apresentou-se nos Festivais da «Radio France» em Montpellier e de Verbier, na Suíça. Em 1995 estreou-se em Paris, com um recital no Teatro do Châtelet seguida de uma actuação que foi transmitida ao vivo na «Casa da Rádio» (France Musiques). Regressou a Montpellier, ao Festival Radio France, e estreou-se também no prestigiado Festival de La Roque d’Antheron, com um recital gravado pela France Musiques. Em 1996 actuou no Festival de Gergiev em Rotterdão, na Holanda, e em Mikkeli, na Finlândia. Em 1997 realizou a gravação do Concerto para Piano nº 2 de Chopin, sob a direcção de Justus Frantz, com a sua Orquestra Filarmónica de Jovens. Essa gravação valeu-lhe o Prémio Davidoff Internacional. Apresentou-se também com a Orquestra Filarmónica de Roterdão, dirigida por Victor Liebermann, e interpretando o Concerto para Piano nº 3 de Rachmaninov. Em 1998 Alexander Mogilevsky realizou dois concertos em Varsóvia com a Orquestra Filarmónica de Varsóvia, dirigida pelo Maestro Skrowaczevsky, tendo-se apresentado ainda na Alemanha, no Festival de Rheingau e em Bad Worrishofen. Em 1999 apresentou-se em Gstaad, Suíça, no Festival Yehudi Menuhin, interpretando os dois Concertos de Frederic Chopin sob a direcção de Leonid Grin, e actuou no Concertgebouw de Amsterdão, com a Orquestra Filarmónica da Holanda. Em 2000 actuou em St. Gallen, na Suíça, bem como em Istanbul e Zagreb. Desde então tem sido convidado para actuar em instituições tão prestigiadas como a Sala Gaveau (Paris), o Royal Festival Hall (Londres) ou o Concertgebouw de Amsterdão.

Em 2002 Alexander Mogilevsky gravou pela primeira vez para a etiqueta EMI Classics, na série «Martha Argerich Apresenta». Apresentou-se também no Royal Festival Hall de Londres, com a Orquestra Philharmonia sob a direcção de Mikhail Pletnev, interpretando o Concerto nº 3 de Rachmaninov. Recentemente apresentou-se no Festival de Martha Argerich em Lugano, na Suíça, no Festival Gergiev da Filarmónica de Roterdão. Em 2003 realizou uma digressão de concertos no Japão, tendo actuado no Festival Martha Argerich em Beppu, com o Triplo Concerto de Beethoven, em conjunto com Mischa Maisky e Dora Schwarzberg. Em 2004 apresentou-se na cidade de Lugano, na Suíça, em colaboração com Martha Argerich, interpretando Les Noces de Igor Stravinsky.

Press Release - Dong-Hyek Lim



25 Junho • 17h00
Quinta da PIedade


Na sua 40ª edição a realizar em 2005, o Festival de Sintra honra-se de enriquecer a sua programação de Música com uma série de recitais de piano interpretados por artistas directamente sugeridos por Martha Argerich, actualmente uma das maiores pianistas do Mundo.
Tendo sido vencedora de uma série de prémios e concursos internacionais, entre os quais o Concurso Internacional Chopin em Varsóvia, em 1965, Martha Argerich desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras internacionais, quer como concertista quer no domínio da música de câmara. Actualmente conta-se entre os artistas que mais completa discografia realizaram junto de editoras de grande prestígio, como seja a Deutsche Grammophon.
Constitui assim um privilégio para o Festival de Sintra acolher alguns dos pianistas que directamente colaboram com Martha Argerich, apresentando-se em conjunto com ela nos mais afamados festivais e palcos europeus, destacando-se em particular a consagração destes artistas na série «Proggetto Martha Argerich» do Festival de Lugano, na Suíça. A presente iniciativa constitui assim um valioso intercâmbio entre o Festival de Lugano e o Festival de Sintra.
A «Carta Branca a Martha Argerich» marca, deste modo, o início de uma profícua e inestimável colaboração entre o Festival de Sintra e uma pianista de alta craveira mundial como Martha Argerich.

Biografia de Dong-Hyek Lim

Dong-Hyek Lim nasceu em 1984 em Seul, na Coreia do Sul. Tendo frequentado o Conservatório Nacional da Coreia, e passado posteriormente pelo Conservatório Central Especializado de Moscovo, aos catorze anos foi admitido no Conservatório Tchaikovsky, onde prosseguiu a sua formação sob a orientação do Professor Naumov. Actualmente, estabelecido em Hannover, prossegue estudos de aperfeiçoamento com Arie Vardi, na Escola Superior de Música dessa cidade.

Dong Hyek Lim foi já laureado em numerosos concursos na Coreia, tendo obtido designadamente o Grande Prémio do XIX Concurso do Jornal Diário Hanguk. Em 1993 foi eleito pela Associação Infantil da Coreia como o melhor pianista do ano. Em 1996 venceu o Segundo Prémio do Concurso Internacional Chopin para Jovens Pianistas de Moscovo, o que lhe valeu as especiais felicitações do Presidente da República da Coreia, Yeong Sam Kim. Em 2000 foi laureado do Concurso Internacional Ferrucio Busoni (Itália), e obteve o Segundo Prémio no Concurso Internacional Hamamatsu (Japão). Em 2001 foi o vencedor, em Paris, do Primeiro Grande Prémio do Concurso Internacional Marguerite Long – Jacques Thibaud, facto decisivo para o lançamento da sua carreira na Europa.
Dong Hyek Lim apresentou-se já, com êxito assinalável, no Conservatório de Moscovo, na Konzerthaus de Berlim, na Sala Pleyel em Paris, no Palácio Lazenski de Varsóvia, e em conjunto com Martha Argerich em Beppu, no Japão. Foi também convidado para actuar no 50º Aniversário do UNESCO em Paris, no Kremlin de Moscovo, perante Boris Yeltsine, e no Mosteiro Danilovsky perante Alexiy II, Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa. Como recitalista, participou já nos mais prestigiados festivais de música, tais como os Festivais de Verbier (Suíça), Ruhr (Alemanha), o Festival Chopin (Polónia), o Festival da Radio France (Montpellier), La Roque d’Anthéron, e o Festival Piano aux Jacobins (Toulouse). Em 2002 actuou na Coreia com a Orquestra Filarmónica da Radio France, sob a direcção de MyungWhun Chung, e em Junho do mesmo ano apresentou-se no Festival Martha Argerich de Lugano. Ainda nesse ano, estreou-se com a Orquestra da NHK de Tóquio, sob a direcção de Charles Dutoit. Mais recentemente, apresentou-se em recital em Zurique, e como solista com a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo, dirigida por Yuri Temirkanov, a Orquestra Nacional de França, dirigida por Kurt Masur, e ainda a Nova Filarmónica do Japão e a Orquestra Sinfónica do Brasil. Em 2003 Dong Hyek Lim foi convidado a substituir Andras Schiff numa série de cinco concertos com a Orquestra Filarmónica de Israel, e em Janeiro de 2004 estreou-se com sucesso no Wigmore Hall de Londres.

Em 2002 a editora EMI Classics publicou a gravação discográfica de um recital de Dong Hyek Lim, com obras de Chopin, Schubert e Ravel, no âmbito da série «Martha Argerich Apresenta», que lhe valeu o título «Diapason d’Or» da revista francesa Diapason. Ainda pela etiqueta EMI, acaba de ser editado um segundo disco do pianista dedicado à obra de Chopin.

Cancelamento de espectáculo

Espectáculo de Nella Maissa cancelado

Por motivos de saúde da intérprete, o recital a executar amanhã, dia 23, pela pianista Nella Maissa foi cancelado.
Informa-se ainda que todas as pessoas portadoras de bilhetes para o referido recital poderão ser reembolsadas a partir de amanhã, mediante a apresentação dos mesmos no espaço de 8 dias, devendo dirigir-se aos locais onde os mesmos foram adquiridos.
Pelo incómodo causado a organização do Festival de Sintra apresenta as suas desculpas.

Press Release - Nella Maissa





23 Junho • 21h30
Palácio Nacional de Sintra


Programa:

Johann Sebastian Bach
Fantasia Cromática e Fuga, em Ré menor, BWV 903

João Domingos Bomtempo
Sonata para Piano op. 9 nº 1

Claude Debussy
Images, 1º caderno

Ferenc Liszt
3 Estudos de Concerto


Biografia de Nella Maissa

Nascida em Turim, em 1914, Nella Maissa é portuguesa pelo casamento. Estudou piano com Bufaletti, Alfredo Casella e Vianna da Motta e composição com Ferrari Trecate. É diplomada em piano pelos Conservatórios de Milão e Pesaro e licenciada em direito pela Universidade de Parma. Foi premiada em Roma no primeiro Concurso para Jovens Concertistas e obteve, por unanimidade, o 1.º Prémio do Concurso Vianna da Motta, da então Emissora Nacional de Lisboa. Em 1974 recebeu o Prémio Especial da Imprensa, pela sua actividade de divulgação da música portuguesa.
Além de vários concertos sinfónicos e recitais em Portugal, França, Inglaterra, Suiça, Itália, Espanha e outros países da Europa, realizou várias digressões ao Brasil e à África do Sul e foi convidada a dar recitais de música portuguesa em Florença (quando esta cidade foi Capital da Música Europeia), em Ávila (no 1.º Festival Ibérico), em Roma, em Budapeste, na Roménia, em Paris e em Washington, onde o crítico do Washington Post classificou o recital como “esplêndido”.

A Nella Maissa se devem as primeiras audições de peças fundamentais da música portuguesa contemporânea como os Concertos de Ruy Coelho e Armando José Fernandes e ainda as estreias em Portugal de Ludu Tonalis de Hindemith, os Prelúdios de Frank Martin, várias obras de Messiaen e os Concertos de Prokofiev, Béla Bartók, Hindemith, Dallapiccola, Chostakovitch, Tansmann e Gershwin.
Gravou vários discos de música portuguesa, incluindo a obra pianística integral de João Domingos Bomtempo, destacando-se os quatro Concertos deste compositor, que gravou com a Orquestra Sinfónica de Nurnberg.
No dia 1 de Outubro de 1986 foi-lhe atribuída, pela Secretaria de Estado da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural. No dia 10 de Junho de 1989 foi condecorada por Sua Excelência o Presidente da República, sendo-lhe atribuído o grau de Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada.

Em Fevereiro de 1995, foi levada a cabo uma homenagem nacional no Teatro Tivoli, no decorrer da qual a pianista tocou com a Orquestra Gulbenkian, dirigida pelo maestro Manuel Ivo Cruz. Esta cerimónia teve o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e o Primeiro Ministro assumiu a presidência da Comissão de Honra. Nesse mesmo ano, fez uma digressão ao Brasil, tendo efectuado oito recitais em várias cidades. Participou igualmente num ciclo de música portuguesa que decorreu no Palácio Foz, entre Junho e Setembro (Quintas-feiras no Palácio Foz), interpretando obras de diversos compositores nacionais.

Em 1996 foi um dos músicos indicados no projecto “O Som Português”, que decorreu no Mosteiro dos Jerónimos, tendo tocado em recital, exclusivamente dedicado à obra de João Domingos Bomtempo.

Em Janeiro de 1997 actuou no Centro Cultural de Belém, num concerto com a Orquestra Clássica do Porto, dirigida pelo maestro Manuel Ivo Cruz. No mesmo ano, apresentou-se em recital no Festival de Sintra e no Palácio Foz, este último no dia Mundial da Música.

Conferência do Professor António Damásio esgotada



Em virtude da enorme procura de bilhetes para a conferência "Cérebro, Corpo e Emoção", a cargo do Professor António Damásio, o auditório Jorge Sampaio do Centro Cultural Olga Cadaval está com lotação esgotada, pelo que não será possível reservar mais entradas/convite. A conferência decorrerá hoje às 18H na supracitada sala, naquele que é um dos eventos mais marcantes do Festival de Sintra 2005.

Press Release - Jean-Yves Thibaudet





16 Junho • 21h30
Palácio Nacional de Queluz

A abrir a programação do ciclo de música clássica da 40ª Edição do Festival de Sintra, apresenta-se Jean-Yves Thibaudet: pianista de extraordinária sensibilidade musical, é conhecido mundialmente pela sua técnica sofisticada e elegante. O seu domínio do ritmo, da cor, das luminosidades e da poesia interpretativa, colocaram-no entre os mais solicitados pianistas mundiais e fizeram-no merecedor dos maiores elogios da crítica internacional como: "um dos mais empolgantes talentos dos dias de hoje".
De ascendência germânica e francesa, Jean-Yves Thibaudet nasceu em Lyon, onde começou os seus estudos de piano com a idade de cinco anos. Ao sete anos tocou pela primeira vez em público. Aos doze anos ingressou no Conservatório de Paris onde estudou com Aldo Ciccolini. Aos quinze anos ganhou o Primeiro Prémio do Conservatório e três anos mais tarde ganhou a edição de 1981 do Young Concert Artists Auditions, em Nova Iorque.

Biografia de Jean-Yves Thibaudet

A temporada de 1999-2000 revelou-se uma das mais importantes na carreira de Jean-Yves Thibaudet, incluindo os seguintes destaques: em Outubro de 1999, um recital integralmente preenchido com obras de Chopin (por ocasião dos 150 anos da morte do compositor) no Tonhalle de Zurique, a sua estreia com a Orquestra Filarmónica de Munique (com James Levine); em Novembro, apresentações com a Orquestra Sinfónica de Chicago; em Fevereiro de 2000, apresentações no Roy Thompson Hall (Toronto) e no Carnegie Hall, com a Orquestra Real do Concertgebouw e Riccardo Chailly; em Março, o concerto de abertura da temporada da Orquestra Sinfónica de Sidney e o concerto de encerramento do "Mardi Gras". Durante esta mesma temporada, Jean-Yves Thibaudet tocou ainda com as seguintes orquestras: Orquestra Sinfónica do Norte da Alemanha, Sinfónica de Londres, Filarmónica da BBC, Philharmonia Orchestra, Filarmónica de Roterdão, Orquestra de Paris, Orquestra Nacional da Bélgica, Filarmónica da Holanda, Orquestra Verdi de Milão, Sinfónica de São Francisco, Orquestra de Filadélfia, Sinfónica de Nova Jersey, Sinfónica de Atlanta, Orquestra do Minnesota e Sinfónica de Honolulu. Em recital, Jean-Yves Thibaudet apresentou-se no Teatro Verdi (Trieste), Théâtre du Casino (Deauville), Théâtre des deux Rives (Rouen), Birmingham's Symphony Hall, Sherwood Auditorium (La Jolla, Califórnia), Sunset Center Theatre (Carmel, Califórnia) e Wortham Center (Houston, Texas). Acompanhou Cecilia Bartoli no Palácio de Versailles e em Genebra. Na segunda metade da temporada realizou uma digressão à Holanda, com o Quarteto Rossetti, e uma outra ao Japão, com a Orquestra Filarmónica de Roterdão e Valery Gergiev.

Pianista polivalente, Jean-Yves Thibaudet desenvolveu a sua carreira não só no âmbito orquestral, mas também nos domínios do recital a solo e da música de câmara. Acompanha regularmente Cecilia Bartoli e Angelika Kirchschlager e as suas colaborações do passado incluem nomes como os de Olga Borodina, Dmitry Hvorostovsky, Brigitte Fassbaender, Truls Mørk e Joshua Bell.

Jean-Yves Thibaudet grava em exclusivo para a Decca, tendo realizado mais de 20 gravações discográficas. O seu diverso repertório inclui obras de Rachmaninov, Ravel, Debussy, Liszt, Messiaen, Chostakovitch, Gershwin, Brahms, Schumann, d'Indy e Wolf. Fez também bem sucedidas incursões no domínio do jazz, com destaque para a edição Conversations with Bill Evans (1997), uma gravação a solo das composições tardias de Bill Evans, a qual recebeu o Prémio Echo alemão em 1998. Em 1999, a Decca lançou Reflections on Duke: Jean-Uves Thibaudet plays the music of Duke Ellington. No Outono de 1998, o disco Cecilia Bartoli: Live in Italy foi lançado mundialmente. O concerto, a partir do qual esta gravação foi realizada, foi filmado em Vincenza e transmitido pela PBS em Dezembro de 1998. Recebeu o Schallplattenpreis na Primavera de 1999 e foi lançado comercialmente em vídeo em Outubro do mesmo ano. Em Junho de 1999 foi lançado nos Estados Unidos o vídeo Warsaw Concerto (lançado anteriormente na Europa, conjuntamente com a actuação de Thibaudet na última noite dos Concertos Promenade da BBC). Para além do Warsaw Concerto de Addinsell, o repertório inclui ainda as Variações Paganini e o segundo andamento do Concerto para Piano Nº 2 de Rachmaninov, a Rhapsody in Blue de Gershwin e o segundo andamento do Concerto Nº 2 de Chostakovitch. Assinalando as comemorações dos 150 anos da morte de Chopin, a BBC difundiu um documentário intitulado The Chopin Touch. Conjuntamente, em Janeiro de 2000, a Decca lançou o CD The Chopin I Love, uma colecção de valsas, baladas, estudos, scherzos, polacas e mazurkas.
Alteração ao Programa

O espectáculo do pianista Alexander Mogilevsky, integrado no ciclo "Cara Branca a Martha Argerich" não irá realizar-se nos Jardins do Palácio de Seteais, mas sim no Parque de Monserrate, mantendo-se a data e hora previstas anteriormente (26 de Junho, 17h).Pelo facto a organização do Festival de Sintra apresenta as suas desculpas.