Press Release • Compagnia Aterballetto


© Raffaella Cavalieri

29 e 30 Julho • 21h30
Centro Cultural Olga Cadaval

Programa:

W.A.M.
Coreografia: Mauro Bigonzetti
Música: Wolfgang Amadeus Mozart, interpretada ao vivo por Bruno Moretti (Piano)

Rossini Cards
Coreografia: Mauro Bigonzetti
Música: Gioacchino Rossini, interpretada ao vivo por Bruno Moretti (Piano)


Historial da Companhia


Compagnia Aterballetto é a principal Companhia de Dança em termos de produção e distribuição em Itália, e o primeiro organismo permanente de produção de espectáculos de bailado, além das companhias de Teatros de Ópera.
Desde 1997 que a Direcção Artística está a cargo de MAURO BIGONZETTI, que iniciou e desenvolveu a sua carreira como bailarino e como coreógrafo com o Aterballetto, de 1982 a 1993, impondo-se como um dos principais solistas e realizando as suas primeiras experiências coreográficas, que o levaram a desenvolver colaborações com as mais prestigiadas companhias internacionais.
Presentemente, o repertório da Compagnia Aterballetto é composto por coreografias de Mauro Bigonzetti, Michele Abbondanza e Antonella Bertoni, Itzik Galili, e de jovens coreógrafos europeus, mas inclui também obras de artistas de renome internacional como William Forsythe e Jirí Kylián.

Fundado em 1979, em quase 20 anos de actividade artística o Aterballetto tem desenvolvido um repertório coreográfico extremamente rico, que inclui obras especialmente concebidas para a companhia por Amedeo Amodio, Director Artístico até 1996, e por alguns dos maiores coreógrafos internacionais, tais como Glen Tetley, Alvin Ailey e Lucinda Childs, além dos direitos de produção de importantes criações que fazem parte da herança da História da Dança do séc.XX, dos coreógrafos George Balanchine, Kenneth McMillan, Anthony Tudor, José Limon, Hans van Manen, Leonide Massine, David Parsons e Maurice Béjart

Uma série de colaborações de alto nível com coreógrafos de prestígio, mas também com compositores, cenógrafos e figurinistas, artistas plásticos e actores, tem consolidado ao longo dos anos a qualidade da Companhia Aterballetto, tornando-a na melhor Companhia de Dança italiana. Composta maioritariamente por bailarinos solistas, todos de altíssimo nível técnico e com versatilidade para interpretar mesmo os papéis mais difíceis em qualquer estilo de dança, o Aterballetto alcançou um vasto reconhecimento tanto nacional como internacional.

Em 1991, Aterballetto torna-se a Companhia do CENTRO REGIONALE DELLA DANZA, a Associação oficial formada pela cidade de Reggio Emilia, pela Região Emilia Romagna e pelo ATER (Associação dos Teatros de Emilia Romagna). O Centro Regionale della Danza desenvolve a sua actividade de produção com o cunho do ATERBALLETTO, tornando-se num centro de recursos para o mundo da dança sob todos os aspectos: produção, promoção, difusão, formação profissional, estudo e pesquisa.
Desde 1996 que Federico Grilli é o Presidente deste organismo (com as funções também de Director Geral). Sob a sua liderança, o centro transformou-se, em 2001, em Centro della Danza e, em April de 2003, numa fundação designada FONDAZIONE NAZIONALE DELLA DANZA – COMPAGNIA ATERBALLETTO
A Fundação reúne de facto algumas das mais marcantes experiências desenvolvidas no campo da dança, não só a nível regional mas também nacional, tornando-a um caso único em Itália: experiências tais como a organização do Curso de Formação Profissional para Jovens Bailarinos, espectáculos e recitais de dança e uma variedade de iniciativas destinadas a promover maior interesse público e uma maior visibilidade do mundo da dança.


Mauro Bigonzetti

Nascido em Roma, Mauro Bigonzetti estuda e forma-se na Scuola del Teatro dell’Opera da sua cidade, tendo de imediato ingressado na Companhia deste Teatro. Na época de 82/83, após dez anos de actividade na Ópera de Roma, integra o Aterballetto, sob direcção de Amedeo Amodio, onde interpreta todas as coreografias do repertório desta companhia. As mais marcantes colaborações deste período foram em bailados de Alvin Ailey, Glen Tetley, William Forsythe e Jennifer Muller, tendo dançado também muitas obras de George Balanchine e Leonide Massine.

Em 1990 criou a sua primeira obra Sei in movimento com música de J.S. Bach, que teve a sua estreia no Teatro Sociale em Grassina.
Na época de 1992/93 deixou o Aterballetto e lançou-se como coreógrafo independente. Neste período estabeleceu uma colabração intensa com o Balletto di Toscana, uma fonte, nesses anos, para muitos coreógrafos italianos.

Posteriormente, as suas mais importantes colaborações foram com as seguintes companhias internacionais: English National Ballet, Ballet National Marseille, Stuttgarter Ballett, Deutsche Oper Berlin, Staatsoper Dresden, Ballet Teatro Argentino, Balé da Cidade de São Paulo (Brasil), Ballet Gulbenkian, New York City Ballet, Ballet do Estado de Ankara, Ballet du Capitole Toulouse. Coreografou ainda obras para muitas companhias italianas, incluindo as companhias de bailado do Teatro alla Scala de Milão, Ópera de Roma, Arena de Verona e Teatro San Carlo em Nápoles..
Para as suas criações colaborou com diversos artistas tais como Claudio Parmiggiani, Fabrizio Plessi, Bruno Moretti, Elvis Costello, Danilo Grassi, Guglielmo Capone, Millar & Swandale, Roberto Tirelli, Fabrizio Montecchi, Nicola Lusuardi, Paride Bonetta, Helena Medeiros, Paolo Calafiore, Carlo Cerri, Beni Montresor, Massimo Castri, Lucia Socci.

Em 1997 tornou-se Director Artístico e Coreógrafo Residente da Compagnia Aterballetto sob a presidência de Federico Grilli, com quem tem colaborado na construção de um novo repertório e duma nova companhia.
As suas obras mais importantes para o Aterballetto são Songs, Persephassa, Furia Corporis, Comoedia Canti, Sogno, Cantata, Rossini Cards, Vespro, Les Noces, Psappha, representadas nos principais teatros mundiais.


Bruno Moretti

Bruno Moretti recebeu o seu diploma em piano e composição no Conservatório de Santa Cecília em Roma. Estudou de seguida com com Nino Rota, de quem foi mais tarde assistente.
Posteriormente estudou direcção de orquestra na Accademia Musicale Chigiana e estreou-se como Maestro, aos 22 anos, dirigindo Madame Butterfly na ópera de Roma.

Dirigiu mais tarde as orquestras dos Teatros La Fenice em Veneza, San Carlo em Nápoles, Comunale em Florença, do Festival Puccini em Torre del Lago, de Bérgamo, Brescia, Cremona, Pádua e Bari.
No estrangeiro dirigiu no Royal Festival Hall e no Barbican Centre em Londres, no Brucknerfestival em Linz, e na China, Israel, Japão, Canadá e nos Estados Unidos.

Desde 1991 que se tem dedicado exclusivamente à composição.

Bruno Moretti tem composto muito para teatro, cinema e televisão. Em 1998, o seu bailado Comoedia foi dançado pelo Aterballetto. A sua ópera Lady E. recebeu um prémio no concurso “Opera 2000” em Praga. Em 2000 foi interpretada “Il bestiario del XXI secolo”, uma encomenda da Orquestra “Giuseppe Verdi” de Milão, tendo sido reposta numa versão cénica em Novembro de 2001, na Ópera de Roma.

Escreveu a banda sonora original do filme “La ragione del sogno” baseado na vida de Pier Paolo Pasolini e apresentado na Mostra Internazionale del Cinema de Veneza em 2001.
Outra obras suas têm sido interpretadas no Teatro Regio em Parma, no “Pomeriggi musicali” de Milão, no Teatro Verdi em Trieste e no Teatro Regio em Turim.
Em Maio de 2002, “Vespro”, um bailado com coreografia de Mauro Bigonzetti, encomendado pelo New York City Ballet, foi dançado no New York State Theater, encontrando-se ainda no repertório da companhia.
Em Abril de 2004, compôs a música para o bailado “Orme”, coreografado por Mauro Bigonzetti para o Stuttgart Ballet.

Press Release • Cía Dançem Ester Carrasco




22 e 23 Julho • 21h30
Centro Cultural Olga Cadaval

DANÇEM nasceu há cinco anos, por iniciativa de Ester Carrasco, propondo uma nova visão da Dança Espanhola, na sua evolução até conceitos e formas contemporâneas.
A partir da sua investigação do movimento, DANÇEM faz convergir estilos clássicos com elementos novos e criativos, propondo-se como uma inovação sobre o que já foi concebido, com um resultado novo, pessoal e sobretudo arriscado.


“DANÇEM é, seguramente, uma aposta arriscada. A mistura de dança clássica
espanhola e o Flamenco com as novas formas da dança contemporânea, enquanto suporte de narrativas coreográficas marcadamente teatrais, confere ao seu próprio repertório uma estranheza e um sentido surreal que confronta o público com uma originalidade surpreendente.”
Vasco Wellenkamp (Director Artístico da Dança do Festival de Sintra)

Programa:

Deshechos Reales
Coreografia: Ester Carrasco
Intérpretes: Diana Sán Andrés, Rosa Zaragoza
Música: Yann Tiersen, Ivan Palomares, Kronos Quartet
Desenho de Luzes: Xenxo Ortas
Dramaturgia: Inmaculada Martín
Figurinos: Joserra Lertxundi
Duração: 15’

Na penumbra dum quarto, o coração duma mulher divide-se em dois, e debate-se com os seus laços de amor. A esperança luta contra o medo, entrechocando e rasgando-se a cada ângulo e a cada passo; uma decisão ainda por tomar.
A coreógrafa tenta reflectir um sentimento universal, misturando a interpretação de símbolos humanos com a exaltação da alma atormentada; o amor em confronto com a rejeição; o desejo de liberdade ou a dependência em confronto com a dor de não ser correspondido.
Deshechos Reales não tenta apenas dar ao espectador uma combinação inteiramente nova de movimento e outros elementos artísticos, mas sim uma novíssima visão da Dança Espanhola, combinando a interpretação de símbolos humanos com a exaltação de uma alma atormentada.

Belladona
Coreografia: Ester Carrasco
Intérpretes: Toda a companhia
Música: Walther Cutinni, Giselle Wai, Manuel Lavandera
Desenho de Luzes: Xenxo Ortas
Dramaturgia: Inmaculada Martín
Figurinos: Gabriel Bessa
Duração: 30’

O mundo das flores apresenta infinitas possibilidades de produzir uma gama de formas e feitios dotados de grande poder de expressão.
Belladona é composta por sete partes distintas, todas em torno da flor que lhes dá o título e dos efeitos que esta provoca nas almas, que passam por várias étapas e situações de vida – o nascimento de algo, o amor, humor, força e morte. Estas histórias são contadas por oito bailarinos que formam o coro de flores, quatro bailarinos representando os caules e quatro bailarinas simbolizando as flores.


El Tendedero
Coreografia: Ester Carrasco
Intérpretes: Mariángeles Fernández, Leticia Castro, María Santos
Música: Rodrigo Leäo
Desenho de Luzes: Xenxo Ortas
Dramaturgia: Inmaculada Martín
Figurinos: Inmaculada Martín
Duração: 10’

No pátio do bairro, sucedem-se vidas que buscam o despontar dum novo acontecimento, Entre todas, aquela mulher, outrora grande, por entre a sua embriaguez relembra o esplendor do passado, brincando com os seus fantasmas como se fossem admiradores da sua já acabada carreira. A decadência do espectáculo é tal que as suas vizinhas sentem compaixão e quase tentam ser personagens dessa história. A sós, por entre o estendal de roupa, as amigas usam a sua imaginação e, apesar de aparentemente impassíveis, não deixam de se pensar, por um momento, serem figuras de tal calibre.

Sentido Único
Coreografia: Ester Carrasco
Intérpretes: Toda a companhia
Música: Ivan Llopis, Technophonic Chamber Orchestra
Desenho de Luzes: Xenxo Ortas
Dramaturgia: Inmaculada Martín
Figurinos: Eva Pedraza, Salvador Mateu
Duração: 10’

“Instinto, luxúria, não há razão que se possa interpor na ânsia de possuir. Elas carecem de alma, e sabem como obter o seu troféu, desenrolando a falsa bandeira do amante. No reino das amazonas não existe compaixão nem medo, tudo é necessário e oportuno até atingirem os seus fins. Aqueles que se cruzem, incautos, acreditarão tocar na doce fruta, pensarão terem sido eleitos como oferenda, mas, ao morderem e serem mordidos, a mentira recuperará a sua verdadeira face e será impossível escapar ao amargo veneno.”
No amor, como em quase todos os mundos interiores, o antagonismo em relação ao outro manifesta-se naquilo que se recebe e naquilo que se reclama; por vezes o tocar, por vezes palavras; por vezes deixamo-nos levar e por vezes apenas o fingimos.
Aqui se demonstra como se combinam desejos com necessidades, como possuir é quase uma batalha, nem sempre justa, nem sempre verdadeira. Normalmente imaginamos o ser masculino como o dirigente destes vaivéns, e talvez seja então altura de mudar os pólos desta guerra, e ver como a feminilidade nem sempre é a mais frágil das artes.


Historial da Companhia

DANÇEM nasceu há cinco anos, por iniciativa de Ester Carrasco, propondo uma nova visão da Dança Espanhola, na sua evolução até conceitos e formas contemporâneas.
A partir da sua investigação do movimento, DANÇEM faz convergir estilos clássicos com elementos novos e criativos, propondo-se como uma inovação sobre o que já foi concebido, com um resultado novo, pessoal e sobretudo arriscado.


Ester Carrasco

Ao longo da sua carreira como coreógrafa, Ester Carrasco estreou vários trabalhos e em todos deu mostras de um estilo próprios, cheio de carácter experimental embora sempre fiel à sua raíz espanhola.
Depois dos seus começos com “Reflexiones de Mey”, de ter obtido o prémio de segundo lugar no XII Certamen de Coreografía, Danza Española y Flamenco com “Deshechos Reales”, e de ter sido convidada a estrear “Belladona” neste certame no ano seguinte, este ano Ester Carrasco apresenta-nos duas novas coreografias.
O objectivo deste projecto é de transmitir a todos esta evolução, demonstrar como a Dança Espanhola e o Flamenco, assim como outros estilos dentro e fora das nossas fronteiras, podem situar-se à frente das vanguardas, promovendo assim a arte em todas as suas vertentes.

Press Release • Mauricio Vallina



17 Julho • 17h00
Palácio Nacional da Pena

"Na sua 40ª edição a realizar em 2005, o Festival de Sintra honra-se de enriquecer a sua programação de Música com uma série de recitais de piano interpretados por artistas directamente sugeridos por Martha Argerich, actualmente uma das maiores pianistas do Mundo.
Tendo sido vencedora de uma série de prémios e concursos internacionais, entre os quais o Concurso Internacional Chopin em Varsóvia, em 1965, Martha Argerich desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras internacionais, quer como concertista quer no domínio da música de câmara. Actualmente conta-se entre os artistas que mais completa discografia realizaram junto de editoras de grande prestígio, como seja a Deutsche Grammophon.
Constitui assim um privilégio para o Festival de Sintra acolher alguns dos pianistas que directamente colaboram com Martha Argerich, apresentando-se em conjunto com ela nos mais afamados festivais e palcos europeus, destacando-se em particular a consagração destes artistas na série «Proggetto Martha Argerich» do Festival de Lugano, na Suíça. A presente iniciativa constitui assim um valioso intercâmbio entre o Festival de Lugano e o Festival de Sintra.
A «Carta Branca a Martha Argerich» marca, deste modo, o início de uma profícua e inestimável colaboração entre o Festival de Sintra e uma pianista de alta craveira mundial como Martha Argerich. "

Dr. Luís Pereira Leal
Director Artístico da Música

Programa:

Johann Sebastian Bach
Siciliano em Sol menor, da Sonata para Flauta e Cravo em Mi bemol Maior, BWV 1031 (transcrição de Wilhelm Kempff)

Robert Schumann
Tema variado sobre o nome Abegg, op. 1
Grande Humoresque, em Si bemol Maior, op 20

Franz Liszt
De Années de Pèlerinage: «Venezia e Napoli»
Valse oublièe nº 1
Mephisto Valse nº 1


Biografia de Maurício Vallina

Alexander Em 2001 Mauricio Vallina gravou o seu primeiro CD para a etiqueta EMI Classics International. Sob o título de «Martha Argerich Apresenta Mauricio Vallina», esta gravação foi galardoada com a mais alta distinção «CHOC La Musique» da revista especializada Le Monde de la Musique, tendo como consequência a aclamação do pianista em Viena, Londres e Paris.
Nascido em 1970, em Havana, Cuba, Mauricio Vallina começou a receber lições de piano aos sete anos. Em 1984 ingressou no Conservatório de Música de Havana, onde estudou com Roberto Urbay. Aos dezasseis anos tornou-se o mais jovem laureado do Concurso Nacional de Música da UNEAC (União de Escritores e Artistas Cubanos), e um ano mais tarde foi vencedor do Primeiro Prémio e do Prémio Especial do Júri para a melhor interpretação de música cubana, no Concurso Nacional «Amadeo Roldán». Depois de ter obtido o Diploma «de Ouro» em Havana, bem como outros prémios, Mauricio Vallina prosseguiu a sua formação no Conservatório Estatal Tchaikovsky de Moscovo, sob a orientação de Henrietta Mirvis e Irina Plotnikova. Posteriormente veio a concluir os seus estudos no Conservatório Real de Madrid, com Joaquín Soriano.

Em 1994 foi galardoado com o Segundo Prémio e o Prémio Especial pela melhor interpretação de música espanhola no IX Concurso Internacional de Piano «José Iturbi» em Valencia e, em 1996, foi o vencedor do Primeiro Prémio First Prize do Concurso Internacional de Piano Gernika. Tendo concluído o seu percurso académico, com o diploma de Mestre em Belas Artes do Conservatório Estatal de Moscovo, o seu desenvolvimento como pianista tem sido catalisado pela enorme influência de Zenaida Manfugás e Martha Argerich. Frequentou a prestigiada Fundação Internacional de Piano de Como, em Itália, onde pode participar em masterclasses com artistas como Alicia de Larrocha, Dimitri Bashkirov, Fou Tsong.

Desde 1990 Mauricio Vallina apresenta-se em público como recitalista, assim como em concertos com orquestra. Em 1998 estreou-se no Tonhalle de Zurique, um passo importante na sua carreira internacional. Realizou gravações e emissões para a Rádio e a Televisão, na Europa, América do Sul, Ásia e Austrália. O seu repertório estende-se desde J. S. Bach até à música contemporânea, tendo já realizado a estreia americana de um Concerto para Piano que lhe foi dedicado pelo compositor colombiano Arturo Cuellar. Participou em diversos filmes documentários, tais como «Nelson Freire – Uma produção Brasileira», e foi convidado para actuar em numerosos festivais, entre os quais se salientam os Festivais de La Roque d‘Anthéron em França (2000), de Beppu «Ponto de Encontro de Martha Argerich», no Japão (2001), de Schleswig-Holstein na Alemanha (2002), de Lugano, um projecto de Martha Argerich na Suíça (2002 e 2003) e da Radio France em Montpellier, França (2004). Apresentou-se com várias orquestras liderantes, sob a direcção de maestros como Pavel Iadij, Howard Griffiths, Alexander Rabinovitch, Roberto Tibiriçá, Christoph Eschenbach, etc. Actuou em duo com Martha Argerich em diversos países.

Press Release • Quarteto Tacet



16 Julho • 17h00
Quinta da Regaleira


Programa:

Erwin Schulhoff
Cinco Peças para Quarteto de Cordas (1923)

Dmitri Chostakovitch
Quarteto para Cordas nº 3, em Fá Maior, op. 73 (1946)

Antonin Dvorák
Quarteto para Cordas nº 13, em Sol Maior, op. 106 (1895)



Biografia do Quarteto Tacet

O Quarteto de Cordas Tacet, constituído por Vítor Vieira e Juan Maggiorani (violino), Jano Lisboa (viola) e Nuno Abreu (violoncelo), foi fundado no seio da Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de música de câmara do professor Paul Wakabayashi, em 2003-04. Beneficiou também da actividade concertística dos seus membros com vários artistas do panorama português, como Aníbal Lima, Paulo Gaio Lima ou Alexei Eremine. Nesta curta existência, destaca-se a obtenção do 1º Prémio de Música de Câmara de nível superior no concurso Prémio Jovens Músicos da RDP, em 2004, e a participação no Concerto dos Laureados deste mesmo concurso, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.

Vitor Vieira estudou com o professor Alberto Gaio Lima na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, e com Aníbal Lima na Academia Nacional Superior de Orquestra. Actualmente prossegue os seus estudos com Gerardo Ribeiro na Northwestern University, em Evanston, Chicago, sendo bolseiro daquela instituição e da Fundação Calouste Gulbenkian. Participou em master classes com Alexei Mikhline e Sergei Kravchenko. Obteve vários prémios no concurso Prémio Jovens Músicos RDP, nomeadamente o 1º Prémio de Violino em nível médio (2001) e superior (2003). Apresentou-se como solista com a Orquestra Artave, a Orquestra Académica Metropolitana e a Orquestra Gulbenkian.
Juan Maggiorani estudou violino com o professor Aníbal Lima na Academia Nacional Superior de Orquestra, e actualmente estuda com o professor Zakhar Bron, na Escola Superior de Música Rainha Sofia, em Madrid. Participou também em master classes com Felix Andrievsky, Sergei Kravchenko e Gerardo Ribeiro.

Jano Lisboa estudou viola com José Luis Duarte (F.A.M. de Viana do Castelo) e Paul Wakabayashi (Academia Nacional Superior de Orquestra). Actualmente estuda no New England Conservatory, em Boston, com a professora Kim Kashkashian. É bolseiro dessa instituição e da Fundação Calouste Gulbenkian. Frequentou master classes com Neithard Resa, Gérard Caussé, Carol Rodland e Anabela Chaves, entre outros. Actuou como solista com a Orquestra da Escola Profissional de Musica de Viana do Castelo e com a Orquestra Académica Metropolitana. Obteve prémios em várias edições do Prémio Jovens Músicos, sendo de destacar o 2º Prémio em Viola (nível médio) e o 1º Prémio em Musica de Câmara (nível médio).

Nuno Abreu estudou com os professores Luís Manuel, Luís Sá Pessoa e Maria José Falcão na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Actualmente, completa a Licenciatura em Violoncelo na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe do professor Paulo Gaio Lima. Tem participado em várias master classes, com os professores Maria de Macedo, Márcio Carneiro, Martin Ostertag, Roman Garioud, Hans Jorgen Jansen, Xavier Gagnepain e Wolfgang Boettcher. Foi recentemente convidado pelo professor Martin Ostertag a integrar a sua classe de Violoncelo, na Hochschule für Musik Karlsruhe, na Alemanha.

Press release • Scottish Dance Theatre



15 e 16 Julho • 21h30
Centro Cultural Olga Cadaval


Scottish Dance Theatre (SDT) é a mais importante companhia de dança contemporânea da Escócia, e pertence ao Dundee Rep Theatre. SDT cria e circula novas obras por toda a Escócia, pelo Reino Unido e ainda internacionalmente. O seu repertório inclui obras coreográficas de artistas residentes no Reino Unido e coreógrafos internacionais, assim como trabalhos da Directora Artística Janet Smith. SDT tem como objectivo o desenvolvimento contínuo da linguagem e forma da dança, e propõe-se oferecer ao público uma experiência de emoções, entretenimento, desafio e prazer. Os bailarinos da companhia partilham ainda o seu conhecimento e paixão pela dança através de ateliês e programas de residência, num projecto educativo que abrange toda a comunidade.

A companhia teve o seu início em 1986 como um serviço à comunidade local, mas aos poucos começou a aventurar-se mais longe, adquirindo um estatuto profissional e recebendo aplausos da crítica a nível nacional. Em 1991 a companhia (então com o nome de Dundee Rep Dance Company), recebeu o altamente prestigiado prémio Digital Award for Dance. Em Junho de 1997, Janet Smith foi nomeada Directora Artística. Uma das mais inovadoras, respeitadas e estabelecidas produtoras de dança do Reino Unido de hoje, Janet trouxe para a companhia uma vasta e rica experiência, tendo dirigido a sua própria companhia, Janet Smith & Dancers, durante doze anos, além de ter coreografado para várias companhias britânicas e internacionais. O seu trabalho tem sido descrito como “uma dança sobre as pessoas, que fala directamente ao coração do público”. Sob a sua direcção, o tamanho e estatuto do SDT tem aumentado significativamente, e as suas coreografias desenvolveram um apuramento profissional e uma maturidade de visão.

O Scottish Dance Theatre é altamente respeitado pela sua originalidade, clareza e simplicidade, e recebeu o Critics’ Circle National Dance Award for Outstanding Repertoire (Prémio da Crítica por Repertório Excepcional) no ano passado.


“O Scottish Dance Theater recebeu, em 2004, o prémio da crítica Circle National Dance Award for Outstanding Repertoire. É uma Companhia que nos chega precedida de um grande sucesso internacional. Rui Horta, que colabora regularmente com a Companhia, apresenta neste programa uma estreia mundial. Rui Horta é um coreografo com uma forte personalidade artística representado em várias companhias europeias com enorme sucesso. O Festival de Sintra orgulha-se de estrear no programa do seu 40º aniversário uma estreia mundial da autoria de um grande coreografo português, dançada por uma excelente companhia.”

Vasco Wellenkamp (Director Artístico da Dança do Festival de Sintra)


Track
Coreografia: Didy Veldman
Música: Philip Feeney
Duração: 37 minutos
Bailarinos: Baptiste Bourgougnon, James MacGillivray, Anthony Missen, Gemma Nixon, Victoria Roberts, Philippa White

Uma obra que explora a necessidade de pertença – pública, privada e nas nossas relações mais íntimas. Plena de uma energia à flor da pele, dum humor peculiar e de música de vanguarda.
“…perspicaz e recheada de tesouros.” - The Guardian


MUTE

(Nova Criação – Estreia Mundial em Sintra)
Coreografia: Rui Horta
Música: Tiago Cerqueira
Duração: 28 minutos
Bailarinos: Baptiste Bourgougnon, James MacGillivray, Riccardo Meneghini, Anthony Missen, Gemma Nixon, Victoria Roberts, Philippa White


“Depois de ter remontado o meu dueto Broken para o Scottish Dance Theatre, na temporada de 2003/2004, que foi excelentemente interpretado, resolvi aceitar o convite para criar uma nova obra de raiz, para a companhia.
O nível de intérpretes, o profissionalismo da equipa e a qualidade humana que envolve o dia a dia desta pequena (mas ambiciosa) estrutura, foram as razões determinantes na minha opção. Num momento em que trabalho simultaneamente na minha nova criação independente, seguramente mais conceptual e teatral, esta obra para o Scottish Dance Theatre será um contraponto, uma ocasião para “revisitar” o corpo e redefinir uma linguagem gestual. Ao proporcionar-se este outro convite do Festival de Sintra para a estreia, aceito mais um desafio, o de criar no magnífico palco do Centro Cultural Olga Cadaval e de passar da intimidade do gesto para a dimensão arquitectural do espaço.”
Rui Horta

Luxuria
Coreografia: Liv Lorent
Música: Vassilis Tsabropoulos, Max Richter, Valentin Silvestrov, Calexico, Jaques Morelenbaum, António Pinto
Duração: 33 minutos
Bailarinos: Baptiste Bourgougnon, Toby Fitzgibbons, Ruth Janssen, James MacGillivray, Riccardo Meneghini, Anthony Missen, Naomi Murray, Gemma Nixon, Victoria Roberts, Philippa White

Uma experiência terra a terra celebrando um instinto para a paixão, para a sensação, para a ligação. Luxuria serve-se duma banda sonora clássica e apaixonada, combinando inteligência e reflexão com uma certa tristeza e sentido do romântico.

“…uma obra majestosa – inteligente, pensativa, incrivelmente triste e desavergonhadamente romântica.” - The Stage

Press release • Alexander Mogilevsky



26 Junho • 17h00
Parque de Monserrate

Na sua 40ª edição a realizar em 2005, o Festival de Sintra honra-se de enriquecer a sua programação de Música com uma série de recitais de piano interpretados por artistas directamente sugeridos por Martha Argerich, actualmente uma das maiores pianistas do Mundo.
Tendo sido vencedora de uma série de prémios e concursos internacionais, entre os quais o Concurso Internacional Chopin em Varsóvia, em 1965, Martha Argerich desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras internacionais, quer como concertista quer no domínio da música de câmara. Actualmente conta-se entre os artistas que mais completa discografia realizaram junto de editoras de grande prestígio, como seja a Deutsche Grammophon.
Constitui assim um privilégio para o Festival de Sintra acolher alguns dos pianistas que directamente colaboram com Martha Argerich, apresentando-se em conjunto com ela nos mais afamados festivais e palcos europeus, destacando-se em particular a consagração destes artistas na série «Proggetto Martha Argerich» do Festival de Lugano, na Suíça. A presente iniciativa constitui assim um valioso intercâmbio entre o Festival de Lugano e o Festival de Sintra.
A «Carta Branca a Martha Argerich» marca, deste modo, o início de uma profícua e inestimável colaboração entre o Festival de Sintra e uma pianista de alta craveira mundial como Martha Argerich.

Biografia de Alexander Mogilevsky

Alexander Mogilevsky nasceu em 1977 em Odessa, na Ucrânia, e cresceu em Moscovo, Rússia, no seio de uma família de músicos. Sob a orientação do Professor Yevgeni Timakin, foi vencedor do I Concurso Internacional Tchaikovsky para Jovens Pianistas, em 1992, em Moscovo. Em 1994 iniciou os seus estudos no Conservatório Estatal Tchaikovsky de Moscovo, com o Professor Lev Naumov, tendo-se diplomado em 1999.

Em 1993 Alexander Mogilevsky apresentou-se no Concerto do Ano Novo em Moscovo, sob a direcção de Vladimir Spivakov, em colaboração com os Virtuosos de Moscovo. Seguiu-se a sua estreia como solista em Frankfurt-am-Main, onde actuou na «Alte Oper». Em 1993 actuou em Tel Aviv com a Orquestra Filarmónica de Israel, dirigida por Donald Runnicles, interpretando o Concerto para Piano nº 1 de Prokofiev. No mesmo ano realizou uma digressão de recitais no Japão, e estreou-se em recital no Wigmore Hall de Londres. Em 1994 actuou no Tonhalle de Zurique com um recital de Piano e apresentou-se nos Festivais da «Radio France» em Montpellier e de Verbier, na Suíça. Em 1995 estreou-se em Paris, com um recital no Teatro do Châtelet seguida de uma actuação que foi transmitida ao vivo na «Casa da Rádio» (France Musiques). Regressou a Montpellier, ao Festival Radio France, e estreou-se também no prestigiado Festival de La Roque d’Antheron, com um recital gravado pela France Musiques. Em 1996 actuou no Festival de Gergiev em Rotterdão, na Holanda, e em Mikkeli, na Finlândia. Em 1997 realizou a gravação do Concerto para Piano nº 2 de Chopin, sob a direcção de Justus Frantz, com a sua Orquestra Filarmónica de Jovens. Essa gravação valeu-lhe o Prémio Davidoff Internacional. Apresentou-se também com a Orquestra Filarmónica de Roterdão, dirigida por Victor Liebermann, e interpretando o Concerto para Piano nº 3 de Rachmaninov. Em 1998 Alexander Mogilevsky realizou dois concertos em Varsóvia com a Orquestra Filarmónica de Varsóvia, dirigida pelo Maestro Skrowaczevsky, tendo-se apresentado ainda na Alemanha, no Festival de Rheingau e em Bad Worrishofen. Em 1999 apresentou-se em Gstaad, Suíça, no Festival Yehudi Menuhin, interpretando os dois Concertos de Frederic Chopin sob a direcção de Leonid Grin, e actuou no Concertgebouw de Amsterdão, com a Orquestra Filarmónica da Holanda. Em 2000 actuou em St. Gallen, na Suíça, bem como em Istanbul e Zagreb. Desde então tem sido convidado para actuar em instituições tão prestigiadas como a Sala Gaveau (Paris), o Royal Festival Hall (Londres) ou o Concertgebouw de Amsterdão.

Em 2002 Alexander Mogilevsky gravou pela primeira vez para a etiqueta EMI Classics, na série «Martha Argerich Apresenta». Apresentou-se também no Royal Festival Hall de Londres, com a Orquestra Philharmonia sob a direcção de Mikhail Pletnev, interpretando o Concerto nº 3 de Rachmaninov. Recentemente apresentou-se no Festival de Martha Argerich em Lugano, na Suíça, no Festival Gergiev da Filarmónica de Roterdão. Em 2003 realizou uma digressão de concertos no Japão, tendo actuado no Festival Martha Argerich em Beppu, com o Triplo Concerto de Beethoven, em conjunto com Mischa Maisky e Dora Schwarzberg. Em 2004 apresentou-se na cidade de Lugano, na Suíça, em colaboração com Martha Argerich, interpretando Les Noces de Igor Stravinsky.

Press Release - Dong-Hyek Lim



25 Junho • 17h00
Quinta da PIedade


Na sua 40ª edição a realizar em 2005, o Festival de Sintra honra-se de enriquecer a sua programação de Música com uma série de recitais de piano interpretados por artistas directamente sugeridos por Martha Argerich, actualmente uma das maiores pianistas do Mundo.
Tendo sido vencedora de uma série de prémios e concursos internacionais, entre os quais o Concurso Internacional Chopin em Varsóvia, em 1965, Martha Argerich desenvolveu uma das mais brilhantes carreiras internacionais, quer como concertista quer no domínio da música de câmara. Actualmente conta-se entre os artistas que mais completa discografia realizaram junto de editoras de grande prestígio, como seja a Deutsche Grammophon.
Constitui assim um privilégio para o Festival de Sintra acolher alguns dos pianistas que directamente colaboram com Martha Argerich, apresentando-se em conjunto com ela nos mais afamados festivais e palcos europeus, destacando-se em particular a consagração destes artistas na série «Proggetto Martha Argerich» do Festival de Lugano, na Suíça. A presente iniciativa constitui assim um valioso intercâmbio entre o Festival de Lugano e o Festival de Sintra.
A «Carta Branca a Martha Argerich» marca, deste modo, o início de uma profícua e inestimável colaboração entre o Festival de Sintra e uma pianista de alta craveira mundial como Martha Argerich.

Biografia de Dong-Hyek Lim

Dong-Hyek Lim nasceu em 1984 em Seul, na Coreia do Sul. Tendo frequentado o Conservatório Nacional da Coreia, e passado posteriormente pelo Conservatório Central Especializado de Moscovo, aos catorze anos foi admitido no Conservatório Tchaikovsky, onde prosseguiu a sua formação sob a orientação do Professor Naumov. Actualmente, estabelecido em Hannover, prossegue estudos de aperfeiçoamento com Arie Vardi, na Escola Superior de Música dessa cidade.

Dong Hyek Lim foi já laureado em numerosos concursos na Coreia, tendo obtido designadamente o Grande Prémio do XIX Concurso do Jornal Diário Hanguk. Em 1993 foi eleito pela Associação Infantil da Coreia como o melhor pianista do ano. Em 1996 venceu o Segundo Prémio do Concurso Internacional Chopin para Jovens Pianistas de Moscovo, o que lhe valeu as especiais felicitações do Presidente da República da Coreia, Yeong Sam Kim. Em 2000 foi laureado do Concurso Internacional Ferrucio Busoni (Itália), e obteve o Segundo Prémio no Concurso Internacional Hamamatsu (Japão). Em 2001 foi o vencedor, em Paris, do Primeiro Grande Prémio do Concurso Internacional Marguerite Long – Jacques Thibaud, facto decisivo para o lançamento da sua carreira na Europa.
Dong Hyek Lim apresentou-se já, com êxito assinalável, no Conservatório de Moscovo, na Konzerthaus de Berlim, na Sala Pleyel em Paris, no Palácio Lazenski de Varsóvia, e em conjunto com Martha Argerich em Beppu, no Japão. Foi também convidado para actuar no 50º Aniversário do UNESCO em Paris, no Kremlin de Moscovo, perante Boris Yeltsine, e no Mosteiro Danilovsky perante Alexiy II, Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa. Como recitalista, participou já nos mais prestigiados festivais de música, tais como os Festivais de Verbier (Suíça), Ruhr (Alemanha), o Festival Chopin (Polónia), o Festival da Radio France (Montpellier), La Roque d’Anthéron, e o Festival Piano aux Jacobins (Toulouse). Em 2002 actuou na Coreia com a Orquestra Filarmónica da Radio France, sob a direcção de MyungWhun Chung, e em Junho do mesmo ano apresentou-se no Festival Martha Argerich de Lugano. Ainda nesse ano, estreou-se com a Orquestra da NHK de Tóquio, sob a direcção de Charles Dutoit. Mais recentemente, apresentou-se em recital em Zurique, e como solista com a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo, dirigida por Yuri Temirkanov, a Orquestra Nacional de França, dirigida por Kurt Masur, e ainda a Nova Filarmónica do Japão e a Orquestra Sinfónica do Brasil. Em 2003 Dong Hyek Lim foi convidado a substituir Andras Schiff numa série de cinco concertos com a Orquestra Filarmónica de Israel, e em Janeiro de 2004 estreou-se com sucesso no Wigmore Hall de Londres.

Em 2002 a editora EMI Classics publicou a gravação discográfica de um recital de Dong Hyek Lim, com obras de Chopin, Schubert e Ravel, no âmbito da série «Martha Argerich Apresenta», que lhe valeu o título «Diapason d’Or» da revista francesa Diapason. Ainda pela etiqueta EMI, acaba de ser editado um segundo disco do pianista dedicado à obra de Chopin.

Cancelamento de espectáculo

Espectáculo de Nella Maissa cancelado

Por motivos de saúde da intérprete, o recital a executar amanhã, dia 23, pela pianista Nella Maissa foi cancelado.
Informa-se ainda que todas as pessoas portadoras de bilhetes para o referido recital poderão ser reembolsadas a partir de amanhã, mediante a apresentação dos mesmos no espaço de 8 dias, devendo dirigir-se aos locais onde os mesmos foram adquiridos.
Pelo incómodo causado a organização do Festival de Sintra apresenta as suas desculpas.

Press Release - Nella Maissa





23 Junho • 21h30
Palácio Nacional de Sintra


Programa:

Johann Sebastian Bach
Fantasia Cromática e Fuga, em Ré menor, BWV 903

João Domingos Bomtempo
Sonata para Piano op. 9 nº 1

Claude Debussy
Images, 1º caderno

Ferenc Liszt
3 Estudos de Concerto


Biografia de Nella Maissa

Nascida em Turim, em 1914, Nella Maissa é portuguesa pelo casamento. Estudou piano com Bufaletti, Alfredo Casella e Vianna da Motta e composição com Ferrari Trecate. É diplomada em piano pelos Conservatórios de Milão e Pesaro e licenciada em direito pela Universidade de Parma. Foi premiada em Roma no primeiro Concurso para Jovens Concertistas e obteve, por unanimidade, o 1.º Prémio do Concurso Vianna da Motta, da então Emissora Nacional de Lisboa. Em 1974 recebeu o Prémio Especial da Imprensa, pela sua actividade de divulgação da música portuguesa.
Além de vários concertos sinfónicos e recitais em Portugal, França, Inglaterra, Suiça, Itália, Espanha e outros países da Europa, realizou várias digressões ao Brasil e à África do Sul e foi convidada a dar recitais de música portuguesa em Florença (quando esta cidade foi Capital da Música Europeia), em Ávila (no 1.º Festival Ibérico), em Roma, em Budapeste, na Roménia, em Paris e em Washington, onde o crítico do Washington Post classificou o recital como “esplêndido”.

A Nella Maissa se devem as primeiras audições de peças fundamentais da música portuguesa contemporânea como os Concertos de Ruy Coelho e Armando José Fernandes e ainda as estreias em Portugal de Ludu Tonalis de Hindemith, os Prelúdios de Frank Martin, várias obras de Messiaen e os Concertos de Prokofiev, Béla Bartók, Hindemith, Dallapiccola, Chostakovitch, Tansmann e Gershwin.
Gravou vários discos de música portuguesa, incluindo a obra pianística integral de João Domingos Bomtempo, destacando-se os quatro Concertos deste compositor, que gravou com a Orquestra Sinfónica de Nurnberg.
No dia 1 de Outubro de 1986 foi-lhe atribuída, pela Secretaria de Estado da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural. No dia 10 de Junho de 1989 foi condecorada por Sua Excelência o Presidente da República, sendo-lhe atribuído o grau de Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada.

Em Fevereiro de 1995, foi levada a cabo uma homenagem nacional no Teatro Tivoli, no decorrer da qual a pianista tocou com a Orquestra Gulbenkian, dirigida pelo maestro Manuel Ivo Cruz. Esta cerimónia teve o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e o Primeiro Ministro assumiu a presidência da Comissão de Honra. Nesse mesmo ano, fez uma digressão ao Brasil, tendo efectuado oito recitais em várias cidades. Participou igualmente num ciclo de música portuguesa que decorreu no Palácio Foz, entre Junho e Setembro (Quintas-feiras no Palácio Foz), interpretando obras de diversos compositores nacionais.

Em 1996 foi um dos músicos indicados no projecto “O Som Português”, que decorreu no Mosteiro dos Jerónimos, tendo tocado em recital, exclusivamente dedicado à obra de João Domingos Bomtempo.

Em Janeiro de 1997 actuou no Centro Cultural de Belém, num concerto com a Orquestra Clássica do Porto, dirigida pelo maestro Manuel Ivo Cruz. No mesmo ano, apresentou-se em recital no Festival de Sintra e no Palácio Foz, este último no dia Mundial da Música.

Conferência do Professor António Damásio esgotada



Em virtude da enorme procura de bilhetes para a conferência "Cérebro, Corpo e Emoção", a cargo do Professor António Damásio, o auditório Jorge Sampaio do Centro Cultural Olga Cadaval está com lotação esgotada, pelo que não será possível reservar mais entradas/convite. A conferência decorrerá hoje às 18H na supracitada sala, naquele que é um dos eventos mais marcantes do Festival de Sintra 2005.

Press Release - Jean-Yves Thibaudet





16 Junho • 21h30
Palácio Nacional de Queluz

A abrir a programação do ciclo de música clássica da 40ª Edição do Festival de Sintra, apresenta-se Jean-Yves Thibaudet: pianista de extraordinária sensibilidade musical, é conhecido mundialmente pela sua técnica sofisticada e elegante. O seu domínio do ritmo, da cor, das luminosidades e da poesia interpretativa, colocaram-no entre os mais solicitados pianistas mundiais e fizeram-no merecedor dos maiores elogios da crítica internacional como: "um dos mais empolgantes talentos dos dias de hoje".
De ascendência germânica e francesa, Jean-Yves Thibaudet nasceu em Lyon, onde começou os seus estudos de piano com a idade de cinco anos. Ao sete anos tocou pela primeira vez em público. Aos doze anos ingressou no Conservatório de Paris onde estudou com Aldo Ciccolini. Aos quinze anos ganhou o Primeiro Prémio do Conservatório e três anos mais tarde ganhou a edição de 1981 do Young Concert Artists Auditions, em Nova Iorque.

Biografia de Jean-Yves Thibaudet

A temporada de 1999-2000 revelou-se uma das mais importantes na carreira de Jean-Yves Thibaudet, incluindo os seguintes destaques: em Outubro de 1999, um recital integralmente preenchido com obras de Chopin (por ocasião dos 150 anos da morte do compositor) no Tonhalle de Zurique, a sua estreia com a Orquestra Filarmónica de Munique (com James Levine); em Novembro, apresentações com a Orquestra Sinfónica de Chicago; em Fevereiro de 2000, apresentações no Roy Thompson Hall (Toronto) e no Carnegie Hall, com a Orquestra Real do Concertgebouw e Riccardo Chailly; em Março, o concerto de abertura da temporada da Orquestra Sinfónica de Sidney e o concerto de encerramento do "Mardi Gras". Durante esta mesma temporada, Jean-Yves Thibaudet tocou ainda com as seguintes orquestras: Orquestra Sinfónica do Norte da Alemanha, Sinfónica de Londres, Filarmónica da BBC, Philharmonia Orchestra, Filarmónica de Roterdão, Orquestra de Paris, Orquestra Nacional da Bélgica, Filarmónica da Holanda, Orquestra Verdi de Milão, Sinfónica de São Francisco, Orquestra de Filadélfia, Sinfónica de Nova Jersey, Sinfónica de Atlanta, Orquestra do Minnesota e Sinfónica de Honolulu. Em recital, Jean-Yves Thibaudet apresentou-se no Teatro Verdi (Trieste), Théâtre du Casino (Deauville), Théâtre des deux Rives (Rouen), Birmingham's Symphony Hall, Sherwood Auditorium (La Jolla, Califórnia), Sunset Center Theatre (Carmel, Califórnia) e Wortham Center (Houston, Texas). Acompanhou Cecilia Bartoli no Palácio de Versailles e em Genebra. Na segunda metade da temporada realizou uma digressão à Holanda, com o Quarteto Rossetti, e uma outra ao Japão, com a Orquestra Filarmónica de Roterdão e Valery Gergiev.

Pianista polivalente, Jean-Yves Thibaudet desenvolveu a sua carreira não só no âmbito orquestral, mas também nos domínios do recital a solo e da música de câmara. Acompanha regularmente Cecilia Bartoli e Angelika Kirchschlager e as suas colaborações do passado incluem nomes como os de Olga Borodina, Dmitry Hvorostovsky, Brigitte Fassbaender, Truls Mørk e Joshua Bell.

Jean-Yves Thibaudet grava em exclusivo para a Decca, tendo realizado mais de 20 gravações discográficas. O seu diverso repertório inclui obras de Rachmaninov, Ravel, Debussy, Liszt, Messiaen, Chostakovitch, Gershwin, Brahms, Schumann, d'Indy e Wolf. Fez também bem sucedidas incursões no domínio do jazz, com destaque para a edição Conversations with Bill Evans (1997), uma gravação a solo das composições tardias de Bill Evans, a qual recebeu o Prémio Echo alemão em 1998. Em 1999, a Decca lançou Reflections on Duke: Jean-Uves Thibaudet plays the music of Duke Ellington. No Outono de 1998, o disco Cecilia Bartoli: Live in Italy foi lançado mundialmente. O concerto, a partir do qual esta gravação foi realizada, foi filmado em Vincenza e transmitido pela PBS em Dezembro de 1998. Recebeu o Schallplattenpreis na Primavera de 1999 e foi lançado comercialmente em vídeo em Outubro do mesmo ano. Em Junho de 1999 foi lançado nos Estados Unidos o vídeo Warsaw Concerto (lançado anteriormente na Europa, conjuntamente com a actuação de Thibaudet na última noite dos Concertos Promenade da BBC). Para além do Warsaw Concerto de Addinsell, o repertório inclui ainda as Variações Paganini e o segundo andamento do Concerto para Piano Nº 2 de Rachmaninov, a Rhapsody in Blue de Gershwin e o segundo andamento do Concerto Nº 2 de Chostakovitch. Assinalando as comemorações dos 150 anos da morte de Chopin, a BBC difundiu um documentário intitulado The Chopin Touch. Conjuntamente, em Janeiro de 2000, a Decca lançou o CD The Chopin I Love, uma colecção de valsas, baladas, estudos, scherzos, polacas e mazurkas.
Alteração ao Programa

O espectáculo do pianista Alexander Mogilevsky, integrado no ciclo "Cara Branca a Martha Argerich" não irá realizar-se nos Jardins do Palácio de Seteais, mas sim no Parque de Monserrate, mantendo-se a data e hora previstas anteriormente (26 de Junho, 17h).Pelo facto a organização do Festival de Sintra apresenta as suas desculpas.

Conferência "Cérebro, Corpo e Emoção"

13 de Junho

Conferência "Cérebro, Corpo e Emoção"
18h00 • Centro Cultural Olga Cadaval


O Prof. Dr. António Damásio irá passar em revista avanços recentes na área da neurobiologia da emoção e do sentimento, com base em dados obtidos através do estudo de doentes neurológicos e de experiências no campo da neuroimagiologia funcional. Estas novas descobertas permitem-nos compreender como o cérebro processa emoções tais como o medo, tristeza ou alegria, e clarificar o papel das emoções e dos sentimentos na cognição e governação do comportamento humano. As descobertas são também relevantes para elucidar o modo como o cérebro percepciona a criação artística e como se entrega à criatividade; por exemplo, como é que percepciona e concebe espectáculos como os de música e dança.

Programação do Festival de Sintra 2005



10 & 11 de Junho

Ballet du Grand Théâtre de Genève [Suíça Switzerland]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

16 de Junho

Jean-Yves Thibaudet [Piano]
21h30 • Palácio Nacional de Queluz

17 & 18 de Junho

Compagnie Linga [Suíça Switzerland]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

23 de Junho

Nella Maissa [Piano]
21h30 • Palácio Nacional de Sintra

25 de Junho

Dong-Hyek Lim [Piano]
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Quinta da Piedade

26 de Junho

Alexander Mogilevsky [Piano]
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Jardim do Palácio de Seteais

30 de Junho

Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster [Maestro Conductor]
Cristina Ortiz [Piano]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

02 de Julho

Alexander Gurning [Piano]
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Quinta da Piedade

03 de Julho

Sergio Tiempo [Piano]
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Parque de Monserrate

07 de Julho

Sequeira Costa [Piano]
21h30 • Palácio Nacional de Queluz

08 & 09 de Julho

Compañía Nacional de Danza [Espanha Spain]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

12 de Julho

Ann Murray [Meio-soprano Mezzo-soprano]
Graham Johnson [Piano]
21h30 • Palácio Nacional de Queluz

15 & 16 de Julho

Scottish Dance Theatre [Escócia Scotland]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

16 de Julho

Quarteto Tacet:
Vítor Vieira [Violino Violin]
Juan Maggiorani [Violino Violin]
Jano Lisboa [Viola]
Nuno Abreu [Violoncelo Cello]
17h00 • Quinta da Regaleira

17 de Julho

Mauricio Vallina [Piano]
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Palácio Nacional da Pena

20 de Julho

Sabine Meyer [Clarinete Clarinet]
Heinrich Schiff [Violoncelo Cello]
Leif Ove Andsnes [Piano]
21h30 • Penha Longa Hotel & Golf Resort

22 & 23 de Julho

Cía Dançem Ester Carrasco [Espanha Spain]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

27 de Julho

Eleonora Karpukhova [Piano]
21h30 • Palácio Nacional de Sintra

29 & 30 de Julho

Compagnia Aterballetto [Itália Italy]
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

Programa completo • Compagnia Aterballetto

29 e 30 de Julho



Compagnia Aterballetto
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

Director Artístico Artistic Director: Mauro Bigonzetti

29 de Julho

WAM
Coreógrafo Choreographer Mauro Bigonzetti
Música Music Wolfgang Amadeus Mozart
Interpretada ao vivo por Performed live by Bruno Moretti (Piano)

Les Noces
Coreógrafo Choreographer Mauro Bigonzetti
Música Music Igor Stravinsky

30 de Julho

Les Noces
Coreógrafo Choreographer Mauro Bigonzetti
Música Music Igor Stravinsky

Rossini Cards
Coreógrafo Choreographer Mauro Bigonzetti
Música Music Gioacchino Rossini
Interpretada ao vivo por Performed live by Bruno Moretti (Piano)

Programa completo • Ballet du Grand Théâtre de Genève

10 e 11 de Junho


© GTG Ariane Arlotti

Ballet du Grand Théâtre de Genève
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

Director de Bailado Ballet Director: Philippe Cohen

Para–Dice

Coreografia Choreography Saburo Teshigawara
Música Music Willi Bopp

Selon Désir
Coreografia Choreography Andonis Foniadakis
Música Music Jean-Sébastien Bach

Loin
Coreografia Choreography Sidi Larbi Cherkaoui
Música Music Heinrich Ignaz Biber

Programa completo • Jean-Yves Thibaudet

16 de Junho



Jean-Yves Thibaudet
21h30 • Palácio Nacional de Queluz

Claude Debussy
Prelúdios, II caderno
Préludes, Book II

Ferenc Liszt
«Jeux d’eau a la Villa d’Este», de Années de Pèlerinage, livro III
«Jeux d’eau a la Villa d’Este», from Années de Pèlerinage, book III

Balade nº 2, em Si menor
Ballade nº 2, in B minor

Transcrição de Tannhäuser de Richard Wagner
Transcription from Richard Wagner’s Tannhäuser

«Morte de amor de Isolda», transcrição de Tristão e Isolda de Richard Wagner
«Liebestod», transcription from Richard Wagner’s Tristan and Isolde

Paráfrase de concerto de Rigoletto de Giuseppe Verdi
Paraphrase de concert from Giuseppe Verdi’s Rigoletto

Programa Completo • Compagnie Linga

17 e 18 de Junho


© Moretti

Compagnie Linga
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

Directores Artísticos Artistic Directors: Katarzyna Gdaniec & Marco Cantalupo

Un train peut toujours en cacher un autre
Coreografia Choreography Katarzyna Gdaniec, Marco Cantalupo
Música Music Richard Wagner, Fryderyk Chopin, Beny Moré, Uri Caine, Angel Cabral

Programa completo • Nella Maissa

23 de Junho



Nella Maissa
21h30 • Palácio Nacional de Sintra

Johann Sebastian Bach
Fantasia Cromática e Fuga, em Ré menor, BWV 903
Chromatic Fantasy and Fugue, in D minor, BWV 903

João Domingos Bomtempo
Sonata para Piano op. 9 nº 1
Piano Sonata op. 9 nº 1

Claude Debussy
Images, 1º caderno
Images, 1st book

Ferenc Liszt
3 Estudos de Concerto
Three Études de Concert

Programa completo • Dong Hyek Lim

25 Junho



Dong-Hyek Lim
17h00 • Quinta Piedade

Fryderyk Chopin
Balada nº 1, em Sol menor, op. 23
Ballade nº 1, in G minor, op. 23

Nocturno em Ré bemol Maior, op. 27 nº 2
Nocturne in D flat Major, Op 27 No. 2

Sonata para Piano nº 2, em Si bemol menor, op. 35
Piano Sonata nº 2, in B flat minor, op. 35

Três Mazurcas, op. 59
Three Mazurkas, op. 59

Prelúdio op. 28 nº 13 – nº 18
Prélude op.28 nº 13 – nº 18

Andante spianato et Grande Polonaise brillante, op. 22

Programa completo • Alexander Mogilevsky

26 Junho



Alexander Mogilevsky
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Jardins do Palácio de Seteais


Alexander Scriabine
Sonata para Piano nº 3, em Fá sustenido menor, op. 23
Piano Sonata nº 3, in F sharp minor, op. 23

Astor Piazzolla
Dois Tangos
Two Tangos

Piotr Ilyich Tchaikovsky
Dois excertos do bailado A Bela Adormecida, op. 66 (transcrição de Mikhail Pletnev)
Two excerpts from the ballet The Sleeping Beauty, op. 66 (piano transcription by Mikhail Pletnev)

Sergei Rachmaninov
Sonata para Piano nº 2, em Si bemol menor, op. 36 (segunda versão)
Piano Sonata nº 2, in B flat minor, op. 36 (second version)

Programa completo • Orquestra Gulbenkian/Lawrence Foster/Cristina Ortiz

30 de Junho







Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster
Cristina Ortiz
21h30 • Centro Cultural Olga Cadaval

Antonio Salieri
24 Variações sobre «Follia di Spagna»
24 Variations on «La folia di Spagna»

Wolfgang Amadeus Mozart
Sinfonia nº 35 em Ré Maior, K. 385 «Haffner»
Symphony nº 35 in D Major, K. 385 «Haffner»

Johannes Brahms
Concerto para Piano e Orquestra nº 2, em Si bemol Maior, op. 83
Piano Concerto nº 2, in B flat Major, op. 83

Programa completo • Alexander Gurning

2 de Julho



Alexander Gurning
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Quinta da Piedade

Robert Schumann
Cenas da Floresta, op. 82
Waldszenen (Scenes of the Forest), op. 82

Ludwig van Beethoven
Sonata para Piano nº 23, em Fá menor, op. 57 «Appassionata»
Piano Sonata nº 23, in F minor, op. 57 « Appassionata »

Claude Debussy
Quatro Prelúdios do 1º caderno
Four Préludes, 1st book

Maurice Ravel
Pavana para uma infanta defunta
Pavane pour une infante défunte


Sergei Prokofiev
Sonata para Piano nº 7, em Si bemol Maior, op. 83
Piano Sonata nº 7, in B flat Major, op. 83

Programa completo • Sergio Tiempo

3 de Julho



Sergio Tiempo
- Carta Branca a Martha Argerich -
17h00 • Palácio de Monserrate

Fryderyk Chopin
Balada nº 2, em Fá Maior, op. 38
Ballade nº 2, in F Major, op. 38

Três Nocturnes, op. 9
Three Nocturnes, op. 9

Modest Mussorgsky
Quadros de uma Exposição
Pictures of an Exhibition

Programa completo • Sequeira Costa

7 de Julho



Sequeira Costa
21h30 • Palácio Nacional de Queluz

Maurice Ravel
Sonatina
Le Tombeau de Couperin (Forlane)
Gaspard de la nuit


Sergei Rachmaninov
Dez Prelúdios, op. 32 e op. 23
Ten Préludes, op. 32 and op. 23